O APAGÃO BIOGRÁFICO DE DILMA ROUSSEF |
* Osmar José de Barros Ribeiro

A candidata do PT à presidência da
República possui um passado que em nada a identifica
com a Democracia. Ao contrário, o currículo dela
está infestado de ocorrências criminosas e posturas
totalmente avessas à prática democrática,
identificadas com o falido comunismo da extinta URSS
e com a opressiva e atual "democracia" cubana.
Dias atrás, recebi mensagem de um
amigo que pretendia, por seu turno, ajudar a outro,
este último petista de quatro costados, em busca de
material que lhe permitisse, de uma vez por todas,
calar a boca dos maledicentes que acusam a candidata
petista de não possuir um passado de luta pela
democracia.
Na verdade, ela possui um passado
de luta. Luta por aquilo que os sau-dosistas do
regime comunista que imperava na então União das
Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), na China
de Mao Tse Tung e ainda hoje existente em Cuba, na
Coréia do Norte e em alguns inexpressivos países
africanos, sonham em implantar nas Américas do Sul e
Central, sob a orientação do Foro de São Paulo (FSP).
Ressalte-se, por pertinente, que o FSP foi criado
pelo atual presidente brasileiro e pelo seu ídolo
político, Fidel Castro.

Dilma Roussef militou em algumas
organizações "pacifistas", entre as quais, o Comando
de Libertação Nacional (COLINA) e a Vanguarda
Popular Revolucionária (VPR), lideradas por exemplos
de intimoratos "democratas" como Carlos Lamarca e
Marighella. O primeiro, desertor, assaltante e
assassino e, o segundo, entre outras "qualidades",
autor do Manual do Guerrilheiro Urbano, opúsculo que
inspirou grupos terroristas ao redor do mundo.
Contudo, a ação mais conhecida da candidata do PT à
Presidência da República, diz respeito ao roubo do
"Cofre do Adhemar". Convém salientar que permanece
em mistério o destino de boa parte dos milhões de
dólares guardados no cofre em questão. Quem sabe,
quando dos debates entre os presidenciáveis, ela
terá oportunidade de esclarecer a questão.
Assim, no afã de cooperar com um
amigo de longa data, resolvi garimpar os dados
solicitados e, para isso, socorri-me da internet em
busca de contribuições que enriquecessem o
currículum vitae de Dilma Roussef em sua luta pela
democracia, dessa feita sem aspas, em eventos tais
como:
* Fotos dela lutando pela
democracia e não pelo comunismo. Tem que existir,
por exemplo, uma foto dela na campanha pelas
Diretas Já!
* Uma foto em passeata pela
Anistia Ampla, Geral e Irrestrita!
* Uma foto em algum evento pela
Constituinte Livre e Soberana!
* Uma foto na luta popular pelo
impedimento do Fernando Collor de Melo.
* Uma foto ou vídeo, que mostre
e/ou a revele indignada com o "mensalão", com
a história do dinheiro nas cuecas, nas malas, nas
meias, em panetones, etc.
* Uma foto ou vídeo de algum
trabalho social do qual ela tenha participado.
* Uma foto ou vídeo em que ela se
mostre autenticamente simpática.
Infelizmente, quanto aos eventos
citados, nada encontrei. Em contra-partida,
revelações quanto a doutorados nunca realizados;
maltrato a subordinados; confecção de dossiês;
co-responsabilidade no célebre "apagão" de tempos
atrás, como ex-ministra das Minas e Energia, estes,
encontrei-os em boa quantidade.
Assim sendo, pouco mais posso
fazer do que sugerir, apenas sugerir, uma solução:
aproveitando os fartos recursos da informática,
substituir rostos femininos que apareçam em destaque
nos citados acontecimentos pelo rosto da candidata
(antes da plástica e da passagem por um "spa"
sul-riograndense). Tal medida já foi tentada antes
mas, vamos e venhamos, substituir o rosto da Norma
Benguel, de décadas atrás, pelo da atual candidata,
foi de uma tremenda infelicidade.
Afinal, os métodos stalinistas, tão imitados
pelos petistas, eram mais cuidadosos.
* Coronel - ojbr@wnet.com.br
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