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O FIO DA MEADA XIX

DEMOCRACIA E ELEIÇÕES

Democracia é segurança do direito!

Eleições são meros mecanismos de escolha que, isoladamente, não se prestam a garantir a segurança do direito e podem levar os cidadãos à falsa impressão, que são governados democraticamente.

A Nação Brasileira é vítima dessa mistificação de conceitos, porque foi-lhe incutido, sub-repticiamente, que o simples ato de votar é garantidor da plena democracia. Ora, eleições sempre são indiretas, porque os candidatos são, previamente, escolhidos pelos chefes partidários, portanto, o movimento “diretas já” foi um simples golpe da classe política para assumir o poder absoluto.

O Brasil vive, de há muito tempo, o paradoxo de ser um país rico com povo pobre, cujo território contém grande parte dos recursos minerais, que o mundo moderno necessita, como, por exemplo: Nióbio, Tântalo, Zircônio, Urânio, Colombita e etc. Além disso, detém a maior área agricultável do mundo, em latitude adequada para a produção de três safras por ano, ou seja: produz alimentos o ano inteiro, com a fusão nuclear do sol!

Somente a péssima administração e os crimes e traições dos ocupantes do poder, explicam as extremas limitações impostas ao povo brasileiro, porque o Brasil é uma potência Mineral e Agrícola, que já ocupou o 8° lugar na economia mundial, quando administrado com patriotismo, responsabilidade e eficiência.

A República foi morta e enterrada pela classe política e nós não percebemos. O regime político vigente é a MONARQUIA DO CRIME ORGANIZADO, que é a associação, com fins delitivos, entre criminosos e membros do Poder do Estado, cujos frutos perversos são a miséria do povo e a fragilização da soberania nacional.

A classe política se desqualificou, para promover o imprescindível aprimoramento institucional porque é parte da “comandita do crime” e, como é lógico, o futuro da NAÇÃO BRASILEIRA não pode depender da vontade dos seus algozes.

Na verdade, a classe política provocou a Ruptura Institucional, quando usurpou o Poder do Estado, para a sistemática prática de delitos, como é público e notório.

A Nação precisa retomar o poder, que lhe foi usurpado pela classe política e, através de seus Segmentos Esclarecidos, impor o APRIMORAMENTO INSTITUCIONAL e restabelecer a vigência das Instituições, dotando o sistema político-administrativo de mecanismos, que possibilitem a constante fiscalização do exercício do poder, pela sociedade, porque NINGUÉM PODE SER JUIZ DE SI MESMO NO TRATO DA COISA PÚBLICA.

Em 1964, os SEGMENTOS ESCLARECIDOS da Nação organizaram-se para defender a liberdade dos brasileiros, contra aqueles, que pretendiam impor-nos uma ditadura marxista. Em conseqüência, o Brasil, em pouco tempo, ascendeu do 42° para o 8° lugar na Economia Mundial e o Estado garantia para a sociedade a segurança pública e a segurança do direito, que é a certeza da obtenção, por cada um, do que lhe é devido.

As raízes das mazelas, padecidas pela Nação Brasileira, estão na transmissão, equivocada e indevida, do poder do Estado, exercido pelos governos militares, para a classe política, que desde então só fez se locupletar.

O Presidente Figueiredo não deveria ter entregado o Poder do Estado, que lhe foi outorgado pela Nação Brasileira, através do Movimento Revolucionário de 1964, para a mesma classe política, cuja ação deletéria lançou o Brasil no caos, que culminou no pífio governo de João Goulart.

Figueiredo, antes de devolver o poder do Estado, para a sociedade, deveria ter promovido o Aprimoramento Institucional, estabelecendo mecanismos fiscalizadores do exercício do poder do Estado pelos cidadãos, através das corregedorias e do voto distrital soberano, por exemplo.

Esse equívoco deu causa à usurpação do Poder do Estado, e à traição sistemática à Pátria, por aqueles que deveriam governá-la.


BRASIL ACIMA DE TUDO!

 

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA - UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


 
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