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* Anatoli Oliynik

“A ambição diabólica do esquerdista é
querer mandar no mundo”
O esquerdista é um doente mental que precisa
de ajuda e não sabe. Um sujeito miserável
que necessita da piedade humana. Mas cuidado
com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto,
infame, torpe, vil, mísero, malvado,
perverso e cruel, todos sinônimos é verdade,
mas insuficientes para definir seu
verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.
É um sociopata camuflado, um psicótico
social que imagina ser Deus e centro do
mundo. Na sua imaginação acha que é capaz de
solucionar todos os problemas da humanidade
e do mundo manifestado, mas que na verdade
quer solucionar os seus próprios, que
projeta nos outros para iludir-se de ser
altruísta.
É um invejoso. A inveja é a sua marca
registrada. Sente ódio doentio e permanente
pelas pessoas de sucesso, notadamente
aquelas realizadas financeira e
economicamente. O sucesso alheio corrói suas
entranhas. É aquele sujeito que passa pelo
bosque e só vê lenha para alimentar a
fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.
É um fracassado em todos os sentidos. Para
justificar o seu fracasso busca
desesperadamente culpados para a sua
incompetência pessoal, profissional e
humana. No seu conceito, a culpa é sempre
dos outros, nunca atribuída a ele mesmo. É
um sujeito que funciona como uma refinaria
projetada para transformar insatisfações
pessoais e sociais em energia pura para
promover a revolução proletária.
É um cínico. Não no conceito doutrinário de
uma das escolas socráticas, mas no sentido
de descaramento. Portanto, um sujeito sem
escrúpulos, hipócrita, sarcástico e
oportunista. Para justificar seu fracasso e
sua incompetência pessoal, se coloca na
condição de defensor do bem-estar da
sociedade e da humanidade, quando na verdade
busca atender aos seus interesses pessoais,
inconfessos. Para isso, se coloca na postura
de bom samaritano e entra na vida das
pessoas simples e desprovidas da própria
sorte, com seu discurso mefistofélico.
É um ateu. Devido a sua psicose, já
comentada anteriormente, destitui Deus e se
coloca no lugar d’Ele para distribuir
justiça, felicidade e bem-estar social,
solucionar todos os problemas do mundo e da
humanidade, dentre outros que-jandos. É um
indivíduo que tem a consciência moral
deformada e deseja, acima de tudo, destruir
todos os valores cristãos e construir um
mundo novo, segundo suas concepções
paranóicas.
É um narcisista. A sua única paixão é por si
mesmo, embora use da artimanha para parecer
um sujeito preocupado com os outros, no
fundo não passa de um egoísta movido pelo
instinto de autocon-servação.
É um niilista. Um sujeito que renega os
valores metafísicos divinos e procura
demolir todos os valores já estabelecidos e
consagrados pela humanidade para
substituí-los por novos, originários de sua
própria demência. Assim, ele redireciona a
sua força vital para a destruição da moral,
dos valores cristãos, das leis etc. Sua vida
interior é desprovida de qualquer sentido,
ele reina no absurdo. É o “profeta da
utopia” e o “filósofo do nada”.
É um genocida cultural. Na sua vasta
ignorância da realidade do mundo
manifestado, o esquerdista acha que o mundo
é a expressão das idéias nascidas de sua
mente deformada e assim se organiza em
grupos para destruir a cultura de uma
sociedade, construída a custa de muitos
sacrifícios e longos anos de experiência da
humanidade.
Agora que você conhece algumas
características do esquerdista, fica um
conselho: jamais discuta com um deles,
porque a única coisa que ele consegue falar
é chamá-lo de reacionário, nazista,
capitalista e burguês. Ele repete isso o
tempo todo e para todos que o contradizem,
pois a única coisa que sua mente deformada
consegue assimilar, são essas palavras. Com
muito custo ele consegue pronunciar mais um
ou dois verbetes na mesma linha aos já
descritos, todos para desqualificá-lo e
assim expressar a sua soberba.
Os conceitos atribuídos ao esquerdista se
aplicam em gênero, número e grau aos
socialistas, marxistas, leninistas,
stalinistas, trotskistas, comunistas,
maoístas, gramscistas, fidelistas,
chevaristas, chavistas e especialmente aos
membros da família dos moluscos cefalópodes.
Para finalizar, porém longe de esgotar o
assunto, o esquerdista é aquele sujeito cuja
figura externa é enormemente maior que a
própria realidade. Sintetiza o cavaleiro
solitário no deserto do absurdo, cuja
ambição diabólica é querer mandar no mundo.
(Curitiba/PR) 15/10
Administrador e
consultor de empresas
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